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Moral brasileira

O povo brasileiro é desprovido de uma boa moral. Essa moral baseia-se no essencial para se viver de bem com a sociedade em geral, que pela ausência, torna-se impossível a convivência. Pela falta de valores, adquirem-se os maus costumes, aqueles que denigrem o valor pessoal e o valor de todo o povo. Estes maus costumes, são, de certa forma, o que mantém a maioria das pessoas em pé hoje em dia: egoísmo, abnegação, orgulho e compaixão.

O que mais me causa repulsa, são pessoas que querem ser melhores que as outras. Isso sem dúvidas é o que mais acontece em nossa sociedade, onde não basta você ser você mesmo, o ideal é ter o que o outro tem, ser como o outro é, ou então melhor que o outro. Esse costume não é novo, no entanto, nos dias atuais, com a revolução e a evolução da tecnologia se tornou mais comum. Essa leva de má consideração própria, é imposta desde quando o cidadão é criança, dando-lhe roupas mais caras, roupas de “gente grande”, como se fossem adultos, lapidando e destruindo a mente inocente e ingênua de uma criança, que cresce desta forma querendo ser como adultos. Ingenuidade agredida e iludida.

No Brasil é fácil distinguir uma pessoa de bem e uma iludida. A pessoa iludida é aquela que é egoísta, acreditando que só ela está correta, que apenas ela sabe das coisas. Já a pessoa de bem, é a que renuncia estes maus costumes, adquirindo um caráter concreto e vendo que a oportunidade está nas outras pessoas e não apenas em si mesmo. Nesta linha de lógica, o egoísta acredita que só ele consegue se “erguer” na vida, só ele apenas consegue se tornar um ser evoluído. Já o homem de bem, acredita que esta linha de lógica, é como uma eleição: um voto, não vence milhões. Por isso, não deixe-se levar pelo egoísmo e seja altruísta até certo ponto.

Desde criança somos direcionados a ser orgulhosos, isso é fato. Porém, com o tempo vamos amadurecendo e deixando de ser medíocres em relação a isso. Deste forma, nos tornamos mais livres e de cabeça aberta para que possamos conseguir tornarmos pessoas boas e sãs. Eu, por exemplo, já fui muito orgulhoso ao ponto de não querer entender ou escutar o que a outra pessoa contrariava de mim, hoje, sou uma pessoa extremamente neutra e de bem, capaz de ouvir pensamentos contrários e conseguir refutar ou acrescentar a colocação sem precisar partir para a ofensa. Isto de certa forma, carece no Brasil.

Por último, deixei de ter compaixão. Isso se deve ao fato de nunca ser retribuido de boa forma. No Brasil, as pessoas possuim uma “compaixão” fora do normal. Elas são egoístas e orgulhosas, porém, conseguem ter compaixão. Isso é algo muito contraditório e relevante. As pessoas deixam o seu ego super faturado mostrando que tem compaixão, no entanto, aumentando ainda mais seu orgulho e egoísmo com o ferimento que há de vir. Hoje, podemos nos tornar pessoas boas, porém, com o alto apego das pessoas em seus bens materiais e consumismo, estamos nos caminhando à barbárie, como na era medieval. Espero que a vida apresente mudanças e que as pessoas saibam o que é certo para cada um, porque as vezes a moral é o perigo dos perigos.

Deixais-vos “nosso” país.

Quem nunca foi manipulado que jogue a primeira pedra. Pois bem, estamos rodeados a todo instante por propagandas enganosas, pessoas mal intencionadas e o mais comum para o momento político brasileiro: a mentira política. A grande maioria acredita que o motivo de nosso país estar em um ponto tão baixo, seja o erro de governos atuais, no entanto, estão completamente errados.

O nosso país sempre fora alvo de grandes furos governamentais, rodeados de corrupção e dívidas intermináveis, porém, apresentou melhoras desde a colonização portuguesa como por exemplo o rompimento com portugal, deixando de ser sua colônia e se tornando um país independente. Como é de praxe, baseando-se até então na independência Americana que ocorrera 46 anos antes.

A grande manipulação que quero tratar aqui é falando como os Judeus enriqueceram com o brasil, emprestando.

Já era tarde quando os Judeus descobriram que o que lhes dava lucro era emprestar dinheiro. Quando isso foi colocado em prática, vários comerciantes enriqueceram rapidamente, como isso fugia da fiscalização do Estado, logo a agiotagem se tornou proibida. Por essa razão, criaram-se bancos, onde você podia deixar seu dinheiro depositado e com os juros dados pelo banco, você lucrava bastante por ano, visto isso, as pessoas não gastavam o seu dinheiro e os deixavam no banco, fazendo o comércio quase parar, para conseguir pular a crise eminente, os Judeus abaixaram os juros e começaram a emprestar dinheiro ao povo. Esse dinheiro que era emprestado era calculado sobre uma taxa de 45% ao ano, e o dinheiro que ficava no banco foi colocado a 4% ao ano. Você deve estar se perguntando: “mas não era proibido a agiotagem?”. Sim, era proibido, porém, como eram bancos e não pessoas físicas, era permitido.

Esta maldita agiotagem não se restringia apenas à pessoas mas a países que buscavam sua independência. Como financiar armas? Como financiar tropas e equipamentos militares? Um Estado buscando independência precisava deste dinheiro e a única maneira era pedir aos banqueiros europeus. O Brasil com sua independência necessitou de um impréstimo que quem concedeu foram:  os João o Bom, os Welser, os Fugger, os Rotschild, os Zaharof, os Baruch e os Staviski. Quem mais emprestou dinheiro foi a família Rotschild (dona dos maiores bancos de hoje em dia).

“Conquanto a independência do Brasil – escreve Castro Carreira (orçamentista e financeiro) – não fosse conseguida à custa de grandes sacrifícios de vidas e dinheiro, todavia se aumentaram em muito os seus compromissos, que, juntos aos novos encargos naturalmente criados, como se verá no desenvolvimento de suas despesas, fizeram o país principiar sua vida lutando com as dificuldades dos déficits e do recurso aos empréstimos, no qual se tem mantido.”

Em 1922, escrevendo sobre o centenário de nossos empréstimos, o sr. Jacob Cavalcanti disse: “o mau estado das finanças do Brasil-Colônia, nos dias próximos à sua independência, retratava a desordem financeira da metrópole; de sorte que o Brasil, tornado independente, entrava logo no regime dos déficits orçamentários e caminhava a passos largos para a subordinação ao crédito estrangeiro”. Um tanto irônico, pois, se tornou independente de Portugal, mas ficou subordinado ao crédito estrangeiro.

Os brasileiros devem guardar bem guardada a lembrança da data: 12 de janeiro de 1825. Nesse dia, os banqueiros puseram o pé sobre o nosso corpo, passamos a pertencer-lhes e durante cem anos para eles trabalhamos. Entretanto, embriagada pela vã palavra de liberdade, a nação se divertiu com a Abdicação, as rebeldias da Regência, a Maioridade, as guerras do 2.° Império, a Abolição e as revoltas da República, entremeadas de quedas de gabinetes, de mudança de regimes, de sucessões governamentais e de ditaduras, enquanto que, por trás dos bastidores, só os banqueiros, de mãos dadas aos políticos, a governavam e a exploravam.

O milhão de libras da primeira operação nos foi dado pelo prazo de 30 anos, com 1% de amortização, 5% de juros anuais e tipo de 75, o que quer dizer que recebemos £ 750.000, mas ficamos devendo £ 1.000.000. A margem de £250.000, linda soma naquelas priscas eras, ficou soi-disant para as despesas do empréstimo e, sobretudo, para ser repartida entre os intermediários, os de lá e os de cá. Nessa margem, está o segredo do êxito dessas operações e do açodamento de certos homens de Estado em fazê-las. Por esse lucro imediato, eles, cegos de cupidez, não trepidam em sacrificar o futuro do seu povo e é com essa isca dourada que Israel vai cumprindo à risca aquela promessa das Escrituras: “Tu devorarás todos os povos que o Senhor teu Deus te entregará.”

Os reflexos deste inevitável erro, é nosso lentro crescimento econômico e nossa péssima educação. A moral brasileira que hoje nos detém como grandes “Jecas Tatus”, é fruto do mártire sofrido pela má organização financeira da época, junto com a esperteza e visão de lucro dos grandes banqueiros. Para explicar melhor, os banqueiros e o FMI (fundo monetário inglês) eram e são quem ditam as regras de onde o dinheiro deve ser investido, para “pagar” a dívida mais rapidamente. Mas todos sabemos que os juros são altíssimos, tirando é claro a regra que existe de que só pode ser pago 10% da dívida por ano.

Espero que os malditos moralistas e ignorantes, não pensem que o Brasil é ruim, não tem tecnologia super avançada, não tem educação de alta qualidade e ainda está submergindo das dívidas pelo erro de algum governo atual, mas que está assim desde o seu início, isso é uma manipulação efetiva e já concretizada por eles. Engulam a própria ignorância e se comprometam a estudar, buscar novos horizontes, pois como já dizia John Stuart Mill: “No final de contas, o valor de um Estado é o valor dos indivíduos que o compõem.”.

Santificada seja a hipocrisia alheia

Sabemos que nos dias atuais o que mais rola na internet é a hipocrisia, pessoas que não sabem o significado da palavra ironia, ou melhor dizendo, pessoas que acham ser politicamente corretas.

Mal sabem elas que estão enganando a si próprio. Senta na cadeira, vê uma postagem em uma rede social e já se torna uma pessoa culta e correta, é o que mais vemos por aí, não é? Mas no dia a dia a pessoa é totalmente o oposto do que ela diz ser, prega bons costumes e respeito ao próximo quando na verdade não os pratica, diz ter respeito quando na verdade não sabe respeitar uma ideia contraditória à dela, isso é ser hipócrita!

O que está faltando nos dias de hoje é pessoas de personalidade e de opinião própria, aquela que não se deixa levar por algo ou alguém, seja lá qual for, a respeito do que for. Alias, vivemos na “democracia” não é verdade? Onde o povo tem o poder, o poder de falar, de expressar o que quiser! Se vivemos em uma democracia, porque não podemos imitir a nossa opinião? Porque devemos nos esconder se caso tivermos uma opinião contrária daquela outra que se diz a certa?

Pois é, ai já iríamos entrar no assunto das “mentes fechadas”, sabe aquele religioso que não aceita outra opinião além da dele? Que se você não concordar com o que ele diz, ele age de uma forma arrogante, ríspida, totalmente o contrário do que ele prega, que no caso seria “Respeito, paz e igualdade” não é isso que as pessoas “de deus” pregam? Então aonde seria esse maior exemplo? – Na minha humilde opinião o maior exemplo deveria vir da pessoa que prega essa ideia, mas não é isso que vemos nos dias atuais, veja só, chegue em um religioso fanático (aquela sua avó) e comece a questionar os ensinamentos bíblicos, comece a falar sobre o ateísmo e que Deus não existe. Veja só como ela vai lidar com você, aí que entra novamente a hipocrisia, a pessoa prega o bom costume mas não os segue, alias, nos dias de hoje, quem sabe o que é hipocrisia? Quem sabe o que ser moralista ou ser falso moralista? Quem sabe o que é IRONIA? Pois bem.. poucos sabem a ponto de entender o que realmente é.

Bem-vindo ao meu mundo

Você que estava perigrinando pela Onion e se deparou  com esse blog maravilhoso, pois bem.

Seja bem-vindo ao meu mundo, este é o meu blog onde expresso meus pensamentos sobre tudo, de uma forma mais crítica e relevante, minha intenção não é fazer discurso de ódio sobre determinada classe ou algo do tipo, porém em certos momentos pode parecer um pouco preconceituosa, já que o brasileiro em si é burro e não sabe o significado da ironia, quando para outros mais inteligentes, não.

Eu gosto de ser bem ironico com tudo, mas na medida do possível, minha ironia sempre contém verdades que ninguém teria coragem de sair por aí falando, já que o que predomina nas redes sociais, por exemplo, é o falso moralismo.

Por fim, não irei me prolongar mais do que isso, seja bem-vindo e aproveite ao máximo, será compartilhado muito conteúdo, seja ele livros, documentos ocultos, programas para melhorar sua segurança,etc., enfim, o que eu quiser e estiver afim de postar, será postado.

A partir de agora, eu serei seu melhor amigo.